Estou muito feliz em apresentar o meu ensaio de fotos a respeito da cultura de Curitiba em Brasil. As fotos podem ser encontradas no fim do ensaio junto com uma lista de livors consultados.
No
mundo de hoje, a antropologia tem o trabalho de criar uma interpretação de um
povo. Desde o seu início, décadas
atrais, antropologia trabalhou a achar jeitos novos de entender e interpretar as
várias culturas que existem e existíam no mundo.
Ao ver o passado, antropôlogos olharam às imagens que uma cultura
deixou. Hoje em dia, também existe
uma maneira similar de capturar as imagens de uma cultura.
Ela ficou possível a capturar através de fotografia.
No início de usar fotografia, ela não foi aceitada muito bem por todos
as antropôlogos. Depois de tempo,
“as carreiras de antropologia e sociologia começaram a aceitar a sua dependência
em fotografia como uma parte integral de seus procedimentos” (Coleman,
“Edward” 134).[i]
Com tempo, antropôlogos veram o valor de fotografia no seu trabalho.
Mas como é que fotografia pode ser usado para interpretar e entender a
cultura de uma pessoa ou um povo? Muitas
pessoas usam a fotografia como uma maneira de capturar memórias que aconteceram
no seu passado. Porém existe
outras maneiras de usar a fotografia. Como
antropologia, fotografia é uma maneira de mostrar e interpretar a cultura de
pessoas. Muitas vezes, fotografia
é considerada como uma demonstração da verdade.
Ela tem o dever de explicar e reduzir a confusão de culturas e mostrar
um jeito humanista de pensar a respeito daquela cultura.
Mas ainda, qualquer fotógrafo tem os seus preconceitos quando tira fotos.
Como um exemplo de entender uma cultura, fotos de Curitiba, Paraná serão
explicadas.
Antropologia
é o estudo de uma cultura através dos registros que mostram a sua existência.
Um instrumento usado por ela é fotografia.
Através de fotografia, uma pessoa pode ver um lado de uma cultura
recordada por meio de um fotógrafo e uma máquina.
Susan Moeller disse, “Porque a interpretação de um fotógrafo sobre
eventos na vida é baseada num instrumento mecânico, fotos são consideradas a
serem mais corretas do que as explicações verbais” (9).
Com esse pensamento, uma pessoa tem que lembrar que as fotos mostram uma
variação da realidade de uma cultura. “Como
Sol Worth deu ênfase, ‘Uma pessoa deve distinguir entre a foto como um
registro sobre uma cultura e a foto que é um registro de uma cultura.’”
(Coleman, “Edward” 136).[ii]
Uma foto de qualquer coisa é um registro daquele objeto ou pessoa.
Para entender como uma foto pode ser um registro, é importante saber do
que consiste uma foto.
Uma
foto é feita por meio de luz passando por intermédio de um negativo. Um negativo é feito por um pedaço de plástico magro que
foi tratado por uma mistura de químicos e cinza.
Quando a luz passa por cima daquela mistura, uma imagem é gravada no
plástico.
Depois de revelar o filme com outros químicos, uma foto pode ser feita
do negativo. Coleman disse:
Nós
precisamos entender que todas as fotos como uma forma de colaboração entre o
assunto, o fotógrafo, e o negativo. O
último destas coisas funciona como a base da imagem; mais frequentemente, ele
chama pouca atenção a si, e não busca crédito pela imagem final, quando na
verdade ele controla tudos os resultados (“The Image” 57).
Sem ter o negativo, uma foto, como temos hoje em dia, não
seria possível. Então o processo
de fazer uma foto por razões etnográficas é baseado muitas vezes na qualidade
do filme.
Antropologia
e etnografia ficam juntas na sua explicação de uma cultura.
De acordo com o dicionário de Webster, etnologia é “um ramo de
antropologia que estuda comparativamente as culturas de sociedades ou de línguas”
(Webster 204-5). Etnografia é o
uso de etnologia em maneiras mais gráficas.
Mais gráficas no sentido de explicações através de imagens.
Coleman disse:
A
pedida de atenção de uma conta etnográfica não fica na abilidade do autor de
pegar fatos primitivos em lugares distantes e os levar a casa como uma mascara
ou uma boneca, mas na abilidade em que ele pode clarificar o que acontece em
tais lugares, para reduzir a confusão (“Edward” 152).[iii]
O uso de fotografia com etnografia ajuda em esclarecer
dúvidas e confusão, dúvidas a respeito do sentido que uma coisa representa
para aquela cultura.
Fotos
criam expressões por aquelas pessoas que não tiveram visto de uma actividade.
Então fotografia tem a responsibilidade de mostrar à humanidade que
existe em uma cultura. “O sucesso de [fotografia] conferiu sobre si o prestígo de
não ser apenas uma testemunha, mas uma moralista: fotografia deu expressão às
verdades humanas” (A History 183).[iv]
Desde cada cultura é differente, é necessário que uma foto, quando
usada com etnologia, mostra a humanidade de uma cultura, a fim de convencer as
pessoas que aquela cultura é legal e correta nas suas crenças e atividades.
Ao saber que um povo diferente é um ser humano ajuda as pessoas a se
sentirem confortáveis quando estão em contato com aquela cultura.
É
importanet saber que todos os fotógrafos têm as suas razões de tirar a foto.
Quer dizer que todos os fotógrafos têm os seus preconceitos que querem
mostrar ao mundo. “Não existe
fotos neutras. Como Thomas Kuhn
observou, ‘qualquer descrição tem que ser parcial.’
Por sua natureza, uma foto é mais descritiva do que transcritiva”
(Coleman, “The Image” 56) Qualquer
foto tem a sua razão de existir. Não pode existir uma foto sem ter os seus preconceitos.
Coleman disse mais ainda:
Aquele é o trabalho verdadeiro da fotografia: fazer as que coisas parecerem, decidir como uma coisa vai aparecer na imagem. Porque fotos não apenas ‘mostram como as coisas parecem,’ desde não existe apenas uma maneira em que uma coisa pode parecer. Tudo tem uma infinitude de aparências potenciais, uma multiplicidade de aspectos. O que uma foto nos mostra é como uma coisa pode ser explicada, ou como pode ser levada a explicar – num momento exato, num contexto exato, pelo fotógrafo usando instrumentos exatos (57).
Como Coleman explicou, cada fotógrafo tira fotos que
mostram o que ele entende e quer que outras entendam daquele objeto.
Os
preconceitos dos fotógrafos são criados pela cultura em que o fotógrafo se
criou. Todas as pessoas e crenças
em que um fotógrafo foi criado ajuda na explicação de porque a foto significa
o que significa. A Margaret Mead
disse, “Claro que as fotos são dependentes na cultura, o ponto de visto, e a
visão idiosincrática do fotógrafo” (Coleman, “Edward” 143).[v]
O fotógrafo decide o que ele vai mostrar ao mundo.
Com certeza, as experiências do fotógrafo têm um efeito muito grande.
Além
de ter preconceitos, cada fotógrafo pode ser classificado como um artista.
Um artista porque o fotógrafo tem que se focalizar no seu trabalho e
decidir o que será na foto. Coleman
explicou:
Todos
os fotógrafos são artistas. Mesmo
que existem algumas pessoas que acreditam que é a maquina fotográfica que tira
as fotos, o entendimento que o fotógrafo é responsável pela imagem que ela ou
ele faz é mais fundimental e crítico ao relacionamento à fotografia (Coleman,
“The Image” 55).
Mesmo com tanto tecnologia que temos hoje, a razão
porque o foto existe fica como o fotógrafo e os métodos que ele ou ela usa.
Ao
lembrar que existe preconceitos nas idéias de um fotógrafo, eu quero mostrar
como fotos podem ser usadas para interpretar a cultura de um povo.
Morei no Brasil por dois anos. Gostei
muito do país, em particular, gostei muito de uma cidade que se chama de
Curitiba. Curitiba é o capital do
estado de Paraná na parte sul do país. Ela
é considerada pelos seus habitantes como a melhor cidade do país do Brasil.
Muitos deles têm muito orgulho de falar que são de Curitiba.
Com certeza, o Prefeito de Curitiba tem feito muito trabalho cada ano
para se confirmar como a melhor cidade no Brasil.
Visitei a cidade de Curitiba duas vezes este ano.
Achei que ela ainda é muita bonita.
Tirei fotos da cidade que eu achei uma representação da cidade.
Curitiba
tem approximadamente 1.5 milhões de pessoas.
A maioria dos habitantes vêm de uma mistura de muitas outras culturas.
A cidade reconhece que ela foi construida de muitas culturas diferentes.
Para demonstrar a sua diversidade, ela criou muitos parques e bosques
dedicados à imigração do povo. A
figura 1 é um bosque e um parque dedicada à imigração dos poloneses.
A figura 2 fica na entrada do Bairro Santa
Felicidade.
A maioria das pessoas que moram lá são decendentes do alemães.
A figura 3 mostra a influência do árabes na
cidade. A figura 4 fica perto da figura 3, mas ela é dedicada aos índios
guaranies que moravam naquela terra antes da cidade existia.
Então, Curitiba reconhece os seus habitantes e as culturas dos seus
imigrantes.
A
influência de seus imigrantes também têm efeito nas restaurantes da cidade.
Como na figura 5 e na figura
6, muitas pessoas comem comida que
originaram na Europa. Até mesmo, a
arquitectura de muitos dos restaurantes imitam a arquitectura de edifícios na
Europa. A fazer isso, os donos dos
restaurantes dizem que servem comidas autênticas.
Outros edifícios também mostram a influência de outros lugares.
A construção de algumas casas imitam a construção de casas em outros
países. A figura 7 mostra um pouco
da influência na construção de uma casa.
A
maioria das casas em Curitiba são construidas de tijolo.
Elas são feitas de tijolo porque a madeira boa é muito mais cara.
Então as pessoas moram em casas que muitas vezes são feitas com suas próprias
mãos. Ao ver a cidade, a maioria
das casas fora do centro da cidade não são completas por fora. Quer dizer que
muitas pessoas não se importam muito com a aparência da casa por fora.
Eles querem uma casa bem feita mais por dentro do que por fora. Como pode ver na figura 8, a casa na frente da foto tem uma
antena parabôlica nela, mesmo que a casa não seja muita bonita por fora.
As figuras 9 e 10 mostram como um bairro típico parece na
cidade.
Existe por muitos lados da cidade pessoas que são pobres.
Muitas delas construiram uma casa incompleta em bairros mais conhecidos
como favelas. Como as casas na
figura 11, as casas são bem simples. Muitas
daquelas pessoas guardam o dinheiro que podem a fim de construir mais tarde uma
casa melhor.
Veja
também na figura 11 que existe no lado esquerda um campo de
futebol. O prefeito da cidade reconhece que os jovens e adultos
precisam ter um lugar onde eles possam jogar futebol, o jogo mais favorito do
Brasil. Qualquer hora que os jovens
tem livres, a maioria irá jogar futebol, nas ruas e nos campos.
A cidade construiu muitos campos de futebol a fim de dar um lugar melhor
para os seus jovens. Também, dá para achar algumas igrejas que apoiam o jogo de
futebol. Como nas figuras 12 e
13,
elas construiram um lugar para as pessoas do bairro jogarem do lado de sua
capela.
Além
de construir em campos de futebol, os jovens podem aprender como jogar futebol
melhor como o rapaz e a moça na figura 14.
Esse treinamento faz parte de um programa social que ajuda as famílias a
começarem uma vida boa. Dependendo
do tamanho de uma família pobre, o prefeito vai construir uma casa para aquela
família. Em retorno, a família
paga a prefeitura um pouco de dinheiro cada mês.
Também nas áreas onde têm esse projeto social, o Prefeito construi
parques and centros nos bairros onde os membros do bairro podem ter festas e tal.
As figuras 14, 15, e
16 mostram um pouco como o bairro fica com a
construição de casas e parques para os jovens.
Outro
programa da cidade de Curitiba é um programa que dá comida ao povo.
Esse programa só requer que as pessoas reciclem o seu lixo.
Muitas pessoas participam no programa porque ele ajuda uma família a
conseguir comida para comer. Elas
trazem os materiais como vidro, plásticos, journais, etc. para encontrarem um
caminhão uma vêz por semana em seu próprio bairro.
Elas entregam o lixo reciclável aos trabalhadores da Prefeitura como nas
figuras de 17 e 18. Em
retorno,
eles recebem comida, frutas, verduras, legumes, e leite em pacotes como o rapaz
mostra na figura 19.
Existe
outro aspeto da cultura de Curitiba que se formou muito durante os últimos anos.
Curitiba está ficando mais e mais americanizada.
A influência de muitas firmas americanas fazem parte da cidade agora.
Agora tem duas lojas de Wal-Mart na cidade de Curitiba (veja a figura
20). Também postos de gasolina nos
Estados Unidos foram para lá. Texaco,
Shell, e AmPm fazem parte do povo (veja as figuras
21, 22, e 23).
Também empresas de carros se encontram lá (veja as figuras 24 e
25).
Não só tem empresas em Curitiba que mostram a americanização da
cidade. Tem alguns lugares
divertidos como Bowling (bolete) e o baile de Country Music (veja
as figuras 26 e 27). O McDonald’s
se encontra em várias lugares na cidade, mesmo como Pizza Hut.
Como alguém pode ver, a cidade de Curitiba está ficando mais
americanizada também.
Para
ver um pouco da cultura de um povo sém visitar, uma pessoa pode usar a
fotografia. Cada vêz que um
folheto é publicado com fotos, se faz uma demonstação da cultura da cidade. Estudar e entender a cultura de um povo faz parte do trabalho
da antropologia junto com a etnografia. Como
parte do seu trabalho, fotografia é um meio em que alguém pode ver o aspeto e
preconceito de uma pessoa, o fotógrafo. Usando a fotografia também ajuda a esclarecer as dúvidas e
as idéias das pessoas. Em fim, a
fotografia é uma maneira edificante de estudar e entender a cultura de um povo.
A
History of Photography: Social and Cultural Perspectives.
Jean-Claude Lemagny and André Rouillé, Ed.
Janet Lloyd, Trans. Cambridge:
Cambridge University Press, 1987.
Beloff,
Halla. Camera Culture.
New York: Basil Blackwell Inc., 1985.
Coleman,
A. D. Depth of Field: Essays on Photography, Mass Media, and Lens Culture.
Albuquerque: University of New Mexico Press, 1998.
Dewdney,
Andrew and Lister, Martin. Youth,
Culture and Photography. Houndmills,
Hampshire: MacMillan Education Ltd., 1988.
Foster,
David William. Buenos Aires:
Perspectives on the City and Cultural Production.
Gainesville: University Press of Florida, 1998.
Moeller,
Susan D. Shooting War: Photography and the American Experience of Combat.
New York: Basic Books, Inc., Publishers, 1989.
Webster’s
New World Dictionary.
Victoria Neufeldt, Ed. Warner Books Paperback Edition. New York: Simon &
Schuster, Inc., 1990.
[i] Tradução minha.
[ii] Ênfase no original documento.
[iii] Coleman tirou essa mensagem de Cliffor Geertz no seu livro The Interpretation of Cultures.
[iv] Ênfase meu.
[v] Coleman pegou as palavras de Margaret Mead e Paul Byers, “The Small Conference: An Innovation in Communication,” Publications of the International Social Science Council 9 (Paris: Mouton & Co., 1968), p. Vi.